Cadernos cheios – Ser o poema

29.06.15

Estou terminado de materializar o sonho 18 (lisette lagnado). Sinto um puxão no meu braço.  Depois do sonho do dia 2.06,  acho que tenho de repensar. Meus cadernos no sonho estão cheios. Cabelo me mostra a escultura do soldado morto. Talvez seja o momento de parar de fazer convites. Tenho uma lista razoável de pessoas contatadas e outras a contatar. Decido que a lista está fechada. As últimas pessoas que vou contatar são as do sonho do dia 2.06.

Vou a uma celebração de abertura na Gentil Carioca. É a exposição de Paulo Paes com seres marinhos ciborgues. Ele me conta que faz uma visita semanal a outras destas instalações que estão submersas em Cabo Frio. “São a âncora que me prendem a arte” diz.

Na parede do bar em frente alguém escreveu “araponga nos nossos sonhos”. É a encruzilhada no Saara que está no sonho do Botner, é a Gentil Carioca que está no sonho do Hamburguer. Eu mesmo sonhei quase isto. Este poderia ser um sonho meu. Encontro Márco Botner e Alex Hamburguer. Estão presentes também Pedro Rocha e além de Domingos, Daniel Toledo e Bob N que tem sonhos na primeira série do Materializador. Encontro Cabelo e conto a ele o sonho do dia 2.06. Ele diz que está lendo o livro Muka – A Raiz dos Sonhos. Recomenda também o Chuva de Estrelas. O Sonho Iniciático no Sufismo e Taoismo do Peter Lamborn Wilson, o Hakim Bey.

As conversas na rua em lembram muito os sonhos que tenho tido. Pessoas me sugerem coisas, pego conversas pela metade. “Ser o poema” é o mais importante. E viver este livro, mais importante que escrevê-lo.

 

 

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